Líder de uma das bandas mais populares do Brasil participou do Pra Frente Sempre e falou sobre o Cão Véio, seu gastropub que serve cervejas especiais

Com um nome curioso surgia, em 1995, no cenário do rock, em São Paulo, a banda CPM22. Liderada pelo vocal Fernando Estéfano Badauí, convidado desta semana do programa Pra Frente Sempre, a banda despontou no cenário nacional em pouco tempo de existência e conquistou milhares de fãs.

Badauí , como é mais conhecido, falou sobre o CPM22 e o seu lado empreendedor. "No nosso primeiro disco independente vendemos mais de 4 mil cópias em um mês. Começamos a fazer shows em cidades do interior. Quando apareceu a primeira gravadora interessada em nosso trabalho, já éramos uma banda pronta", conta.

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Em 2001, veio o primeiro CD com uma grande gravadora, intitulado "CPM 22" com músicas como "Tarde de Outubro" e "Regina Let's Go!". O público logo se identificaria com as letras e viria o primeiro reconhecimento, uma indicação para a premiação da MTV, o VMB na categoria de clipe e banda revelação. Para o músico, o segredo da identificação do público está no DNA da banda.

Badauí, o chef Henrique Fogaça e Kichi, sócios do Cão Véio, gastropub com unidades em São Paulo e Brasília
Reprodução
Badauí, o chef Henrique Fogaça e Kichi, sócios do Cão Véio, gastropub com unidades em São Paulo e Brasília

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"O punk rock não é um dos gêneros mais explorados no país, mas é um dos mais verdadeiros, pois olhamos no olho do público. Somos uma banda de princípios, caráter, de valores. Minha preocupação sempre foi deixar um legado, fazer bons discos", destaca. O que poucas pessoas sabem é que o cantor também tem um lado empreendedor.

"Eu sempre tive vontade de ter um bar, restaurante. Então, me associei às pessoas certas como o Henrique Fogaça, que tem uma história de vida parecida com a minha, e criamos o Cão Véio", diz. Localizado em São Paulo, o Cão Véio é um gastropub e serve cervejas especiais, além de um cardápio elaborado por Fogaça.

"No primeiro ano do bar, eu trabalhei no operacional, no administrativo e ainda tocava. Eu precisava me envolver no negócio. Não queria 'brincar' de ser dono de bar. Hoje estamos com um modelo de franquia, duas com contrato assinado, uma em São Paulo e outra em Brasília. Os franqueados serão todos padronizados, da administração à cozinha", explica.

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E quem pensa que Badauí pretende parar por aí, está muito enganado. "Estou com um projeto de uma rede de academias, mas ainda está engatinhando. É uma academia diferenciada com foco em formação de atletas de MMA, teremos uma cozinha orgânica elaborada pelo Fogaça", adianta.

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