Associação atua no resgate de animais feridos ou em situação de risco

Quando se fala em proteção aos animais, a referência mais conhecida no Brasil é a ativista Luisa Mell. Convidada do Pra Frente Sempre, ela falou sobre sua carreira na televisão e o papel que desempenha na defesa dos animais à frente de um instituto que leva o seu nome. Por este motivo, seu trabalho na TV está diretamente ligado à causa dos animais.

"Quando eu comeceu a fazer o programa Late Show, na RedeTV!, a primeira gravação foi no Centro de Controle de Zoonoses. Na época, eles capturavam o cachorro e depois de três dias matavam. Na hora que eu entrei naquele corredor da Zoonose, vi os animais implorando para salvar a vida deles. Eu jurei naquele momento que dedicaria minha vida a isso", lembra Luisa Mell durante a entrevista.

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O programa se tratava de um projeto de seu pai, denunciava os maus tratos aos animais e mostrava o relacionamento entre o homem e os bichos. Quando terminou o Late Show , Luisa teve uma passagem pelo programa de entretenimento TV Fama , onde ficou até 2006, e na TV Gazeta voltou a trabalhar com a sua paixão no programa Estação Pet .

Agora fora das lentes televisivas, dedica-se ao Instituto Luisa Mell. "Resgatamos animais feridos ou em situação de risco, recuperação e adoção. Atendemos 350, 400 animais, número que costuma variar. Possuímos abrigos próprios e temos uma marca chamada '#adotei', que compõe uma linha de produtos hoje responsável por manter o Instituto", diz.

Luisa Mell procura mobilizar políticos e empresas que usam materiais não-ecológicos ou realizam testes em animais
Divulgação
Luisa Mell procura mobilizar políticos e empresas que usam materiais não-ecológicos ou realizam testes em animais

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Luisa também contribui como uma mobilizadora nas redes sociais quando é necessário intermediar processos de adoção e de animais perdidos. "Quem gosta dos animais sabe que pode contar comigo, pois é uma causa que eu adotei para minha vida", diz. São mais de 500 mil seguidores.

Formada em Direito, Luisa Mell utiliza seu conhecimento para mobilizar políticos e empresas que utilizam apenas materiais não-ecológicos ou realizam testes em animais. "Recebo notícias, relatos e fotos, todos os dias, de situações inimagináveis, lamentáveis. Passei a querer plantar a semente da vida, do amor, da conscientização nas pessoas". Para saber mais sobre o Instituto e como ser voluntário acesse: http://ilm.org.br .

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