Em cartaz no espetáculo "Os Monólogos da Vagina", Maximiliana também cuida da administração do Teatro Gazeta, sinônimo de ótimos espetáculos

A convidada dessa semana do Pra Frente Sempre iniciou a carreira de atriz em 1983 e é uma referência no cenário teatral. O que poucos sabem é que Maximiliana Reis hoje divide também outras funções como as de produtora, diretora e administradora do Teatro Gazeta.

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Maximiliana Reis está em cartaz com ˜Os Monologos da Vagina˜, no Teatro Gazeta
Divulgação
Maximiliana Reis está em cartaz com ˜Os Monologos da Vagina˜, no Teatro Gazeta

“Eu tinha um sonho desde criança, queria ser atriz. Aos 13 anos, fiz um curso de arte dramática. Pouco tempo depois, estava fazendo um teste para a peça ‘Amar, verbo Intransitivo’, da companhia de teatro Arte Livre do Brasil”, lembra. Com a peça, Maximiliana viajou por nove países, 320 cidades europeias e conquistou nove Festivais Internacionais, antes de se tornar administradora do Teatro Gazeta .

De volta ao Brasil, a atriz encenou o espetáculo “Olhares de Perfil” que retratava Greta Garbo. “Depois dessa peça, resolvi montar o meu próprio espetáculo e criei ‘A Bolsinha Mágica de Marly Emboaba’. Recebi muitas críticas positivas de produção e roteiro. Foi nessa época então que recebi o convite de Carlos Telles que me chamou para fazer ‘Draculinha – A vida sedentária de um Vampirinho’” Com Draculinha, obteve seis premiações como a de melhor atriz, direção e espetáculo.

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Maximiliana ainda produziria e dirigiria uma série de outros espetáculos, dentre eles: “Vote no Draculão na próxima eleição”, “O Patinho Preto”, “Vampiros na Bloodway”, "Planeta Sbrufs”, "7 é Demais", "Não me acompanhe que eu não sou novela", e "Os Saltimbancos".

Teatro Gazeta

Em 2003, a atriz, diretora e produtora assumiu a administração do Teatro Gazeta. “Todas as produções que passam pelo teatro hoje têm um diferencial. Como nós também somos produtores, acolhemos as produções em nosso teatro da mesma maneira como gostaríamos de ser acolhidos em qualquer outro lugar”, destaca.

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“Em 2005, recebemos a visita dos produtores do ‘ Os Monólogos da Vagina ’. Dois anos depois, fui convidada para fazer a produção da peça que na época tinha no elenco a Fafy Siqueira. Posteriormente, a Fafy saiu da peça para fazer uma novela e eu assumi o papel dela”, conta.

‘Os Monólogos da Vagina’

Produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas, o espetáculo tornou-se fenômeno mundial e está há 17 anos em cartaz.  Na história, as atrizes Sônia Ferreira, Cacau Melo e Maximiliana Reis tratam da primeira menstruação, da maternidade, do orgasmo, entre outros temas. São todos depoimentos verídicos de mais de duzentas mulheres colhidos pela autora americana Eve Ensler.

Acesse o site do Teatro Gazeta  e conheça a programação completa.

* Por Rafael Henrique.

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